| Reunião entre os representantes dos sindicatos e do governo federal. Imagem: Agência Brasil. |
Como de praxe, o governo federal (Ministério de Gestão e Inovação - MGI), numa tentativa clara de dividir a categoria, assinou com o PROIFES - Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior, um acordo com o Ministério de Gestão e Inovação sem que os demais sindicatos (com mais peso na negociação) aprovassem essa investida, o que causou um certo desconforto entre os representantes dos docentes. No entanto, o juiz Edmilson da Silva Pimenta anulou esse acordo.
Os docentes de quase 100 instituições federais de educação superior, tecnológico e profissional (Universidades e Institutos federais) estão de greve desde o dia 15/03. Isso equivale a mais de 560 campus de ensino de 26 unidades federativas. A contraposta de reajuste do governo considera:
- Reajuste de 0% em 2024, e;
- Reajustes de 13,3% a 31% até 2026, iniciando em 2025;
- Reajuste maior para quem recebe menos;
- Reajuste menor para quem recebe mais.
O Comando Nacional de Greve (CNG) divulgou a agenda com atividades que serão realizadas de 04/06 a 07/06. Ainda segundo ofício enviado ao Ministério de Estado de Gestão e de Inovação em Serviços Públicos - MGI, o SINASEFE Nacional elencou uma série de exigências para a reestruturação e recomposição das perdas salariais dos servidores. Em linhas gerais
1. Construção de dispositivo que garanta a remuneração do servidor, tomando como referência o piso dos cargos de Nível E, assim como os demais níveis, dispondo das seguintes correlaçãos:
- 4% para o ano de 2024;
- 9% para o ano de 2025;
- 9% para o ano de 2026.
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| Ofício nº 061/2024/DN/SINASEFE Nacional, página 3. |
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