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Dezessete vereadores, uma única voz em prol do servidor açailandense: Lucas Alves.

Passeata nas ruas de Açailândia - MA (parada na rotatória), dia 18/03/2022, greve dos professores pelos 33,24%. 
    Desde seu primeiro dia na Câmara Municipal de Vereadores de Açailândia, o vereador Lucas Alves vem se destacando em defesa da população e, claro, dos servidores públicos municipais. Com isso, muitas ações em prol da melhoria dos serviços disponibilizados pela prefeitura foram implementados e diversas conquistas foram a peça-chave para o fortalecimento de sua permanência na casa de leis açailandense e, obviamente, dar mais vida à outras conquistas que virão.
    Desde o início de seu mandato, é nítida que a defesa dos servidores públicos de Açailândia tem sido uma prioridade constante. Sua representatividade no legislativo faz com que sua intensa dedicação aumente sua força de lutar ainda mais na causa dos funcionários, garantindo que os direitos dos servidores sejam respeitados e promovidos.
  1. Luta constante pelo reajuste salarial de 33,24% para os profissionais da educação.
  2. Luta pelo pagamento da GITQP - Gratificação dos Servidores da Saúde (com a necessidade de cumprimento da lei municipal que garante essa gratificação, que tem sido desrespeitada pelo Poder Executivo).
  3. Luta constante pelo reajuste salarial dos servidores da Administração e da Saúde municipais.
  4. Solicitação da celeridade para atualização do PCCR - Planos de Cargos, Carreira e Remuneração da Educação e Administração, além da criação do Plano de Carreira da Saúde.
  5. Reivindicação da correção da diferença de reajuste salarial para servidores enquadrados na tabela do fundamental (Agente de Portaria, Auxiliar de Serviços Gerais, Agente de Limpeza Pública, Motorista e Auxiliar Administrativo).
  6. Manutenção da transparência e informação sobre todos os projetos que impactam os interesses da população e dos servidores, fazendo uso das redes sociais e comunicação direta com o sindicato dos servidores públicos.
  7. Pedido de criação da CPI da Educação, arquivado por falta de assinaturas suficientes.
    Não é segredo para ninguém que os docentes (atualmente também das escolas em tempo integral) sempre contaram com o seu gabinete, pois ele sempre esteve presente em diversas lutas para garantir os direitos dos servidores. É notório que a atual gestão municipal odeia os seus docentes. Neste sentido, os profissionais do magistério têm, sim, uma voz atuante que fala por eles na Câmara Municipal de Vereadores, firme no compromisso e sempre disposto a defender os interesses dos servidores e a comunicar qualquer projeto de lei do Poder Executivo que possa prejudicá-los. Esse é o vereador Lucas Alves!


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Em época de eleições em Açailândia, veja a atualização do BPS - Boletim de Perdas Salariais, dos profissionais da educação municipal referente ao mês de setembro.

    O mês de setembro de 2024 já está praticamente nos seus últimos dias, dando um "oi" ao mês de outubro. Uma coisa que deixa os profissionais da educação açailandense revoltados é saber que o Prefeito Aluísio Sousa, juntamente com a Secretária de Educação, Karla Janys, gestores da cidade, não estão nem um pouco preocupados com a valorização da classe. Muito menos com o pagamento dos retroativos e da defasagem salarial de mais de 21% (desde de janeiro de 2022) causada por aqueles que deveriam zelar e prezar pela melhoria dos serviços públicos. Por tanto, são exatos 33 meses que os professores e professoras labutam para receber os proventos financeiros que já são deles por direito e que servem especificamente para manter os seus vencimentos básicos.
    Um fato preocupante é que nestas eleições municipais de 2024 poucos candidatos demonstraram empatia para com os servidores públicos, veja nossa publicação sobre a análise dos Planos de Governos dos candidatos à vaga de prefeito(a) de Açailândia.
    A cada dia que se passa a gestão demonstra sua incapacidade de lidar e gerir os valores com o bem público, principalmente com relação à educação básica. Veja abaixo a tabela salarial dos professores de 40h, 25h, dos técnicos e supervisores da cidade de Açailândia e tire sua própria conclusão.
    Para se ter uma ideia dos valores envolvidos nessa questão, vamos pegar três exemplos práticos (um para cada cargo).
1º Exemplo:
Professor(a) de 40h que esteja na Classe F e Nível III:
Ele(a) possui vencimento atual igual a R$ 7.497,27, porém, sem a defasagem salaria de 21,06%, deveria ter vencimento inicial igual a R$ 9.076,07. Isso equivale a uma perda mensal igual a R$ 1.578,79, o que gera uma perda salarial (de janeiro de 2023 a setembro de 2024) no montante aproximado a R$ 34.786,40.
2º Exemplo:
Professor(a) de 25h que esteja na Classe H e Nível IV:
Ele(a) possui vencimento atual igual a R$ 5.941,19, porém, sem a defasagem salaria de 21,06%, deveria ter vencimento inicial igual a R$ 7.192,07. Isso equivale a uma perda mensal igual a R$ 1.250,88, o que gera uma perda salarial (de janeiro de 2023 a setembro de 2024) no montante aproximado a R$ 27.562,84.
3º Exemplo:
Supervisor(a)/Técnico(a) que esteja na Classe E e Nível III:
Ele(a) possui vencimento atual igual a R$ 10.199,47, porém, sem a defasagem salaria de 21,06%, deveria ter vencimento inicial igual a R$ 12.758,91 Isso equivale a uma perda mensal igual a R$ 2.559,44, o que gera uma perda salarial (de janeiro de 2023 a setembro de 2024) no montante aproximado a R$ 47.331,28.

É importante salientar que nestes valores não estão inclusos:
  • Formação continuada - 10% sob o vencimento base;
  • Gratificação de difícil acesso para quem tem direito;
  • Quinquênio - 5% a cada cinco anos de efetivo exercício, sob o vencimento base;
  • Terço de férias está incluso - proporcionais apenas aos doze meses de 2023, sob a remuneração;
  • Décimo terceiro está incluso - proporcionais apenas aos doze meses de 2023, sob a remuneração;
  • Gratificação para os(as) professores(as)/supervisores(as) que pertençam à escola em tempo integral;
  • E demais gratificações que o(a) professor(a)/supervisor(a)/técnico(a) tiver direito no período janeiro de 2023 a setembro de 24.
    Além destes vultuosos valores da defasagem salarial de 21,06% (janeiro de 2022 até os dias atuais), há também os retroativos dos professores de 40h referente ao período de janeiro de 2020 a novembro de 2021, quando o reajuste foi de 12,84%.


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